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“Eu vivo a vida na ilusão, mesmo sabendo que um dia meu teatro vai desabar”
Leopoldo Matias  (via thiagopolycarpo)
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De tudo, ao meu amor serei atento. Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto. Que mesmo em face do maior encanto dele, se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento e em seu louvor hei de espalhar meu canto. E rir meu riso e derramar meu pranto, ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure. Quem sabe a morte, angústia de quem vive. Quem sabe a solidão, fim de quem ama.

Eu possa dizer do meu amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.

Vinicius de Moraes. (via sex-colorful)
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“Eu posso ser muito carinhosa ou muito grossa, dependendo de você. Eu posso ser muito paciente e me irritar com facilidade. Eu posso amar uma coisa e mesmo assim não querer. Eu posso lutar por qualquer coisa e de uma hora para outra achar que não merece o meu esforço. Eu posso me apaixonar da primeira vez que vejo alguém como também posso não gostar sem motivo. Eu posso amar minha vida e de uma hora para outra perguntar: “Por que eu vivo?” Eu posso amar preto e escolher o branco. Eu posso achar errado e amanhã fazer a mesma coisa. Eu posso ser compreensiva e ao mesmo tempo teimosa. Eu posso achar que sei tudo sabendo que não sei nada. Eu posso saber que não posso e mesmo assim fazer. Eu posso jogar tudo para o alto e começar tudo de novo por nada.”
Desconhecido.   (via frowzyy)
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“Eu pulo, se você me der a mão.”
brubs denner   (via combarreira)
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“Esqueça as fronteiras. Amar nunca foi um país.”
Eu me chamo Antônio.  (via hallsly)